Momentos mágicos em Lourdes!

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No dia em que visitamos Pau, à noite, fomos ao Santuário de Lourdes para a procissão das velas. Primeiro demos uma passadinha na gruta e no local onde se pode encher as garrafas com a água da fonte. Tudo isso do lado esquerdo da Basílica.

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Depois seguimos para o pátio na frente da Basílica para a procissão, que consiste, na verdade, da reza do terço, em várias línguas e cada um respondendo a segunda parte do Pai-Nosso e da Ave-Maria na sua própria língua. Todos carregam velas o que dá um aspecto incrível! Eu achei muito lindo! Minha vontade era repetir no dia seguinte, mas, infelizmente, não consegui.

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Quem tiver a oportunidade de ir dois dias na procissão (que acontece sempre às 21:00) pode fazê-la num dia e no outro ficar lá do alto da Basílica vendo o show de luzes. Deve ser incrível!

No dia seguinte, fomos até a Capela agradecer a N. S. de Lourdes por todas as graças que nos concedeu.

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Seguimos, então, para fazer o caminho da Via Crucis. Também imperdível! Mas, esteja preparado para subir e subir e subir…

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Para finalizar a visita ao santuário fomos à Livraria, onde vendem o Terço Oficial de Lourdes, que tem um cheiro maravilhoso!

Almoçamos e seguimos para o Castelo, que mostra um pouco da história do povo dos Pirineus. Como fica no alto tem uma linda vista da cidade de Lourdes!

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Não vai faltar nada em Lourdes! Tem um hotel em cada esquina, milhões de lojinhas e restaurantes. Tem pra todos os gostos e bolsos!

Conhecendo Pau!

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Antes que pensem qualquer coisa, Pau é um município dos Pirineus-Atlânticos, na região da Aquitânia. Mas, por que fomos visitar esse lugar!? Tudo começou com uma imagem do Tour de France que encantou o marido, que cismou em conhecer o local, principalmente depois de descobrir que foi no Castelo de Pau que nasceu o rei Henrique IV. Por tudo isso, resolvemos fazer um bate-volta à Pau a partir de Lourdes.

Boa parte da cidade de Pau (fala-se “Pô”) fica no alto, onde se chega à pé, de elevador ou de funicular, gratuitamente. Tem um quê de Monaco lá. Ou talvez eu tenha tido essa impressão porque a cidade estava sendo preparada para um Grand Prix de F3.

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Fizemos uma visita guiada toda em francês e acabamos entendendo umas 10 a 20 palavras, no máximo. Mas, tudo bem! O lugar é bonito e cheio de história (Lemos no papelzinho que nos deram. Pasmem, em português!!!)

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Depois da visita fomos passear pela cidade, ficamos andando pelas suas ruazinhas, admirando o rio de Pau, e relaxando um pouquinho, só admirando a vista, com os Pirineus ao longe!

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Hotel de La Bastide à Carcassone

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Não ficamos muito tempo nesse hotel, pois chegamos muito tarde devido a um atraso nos trens (que já comentei nesse post aqui), e saímos cedo para explorarmos a cidade. Ele fica bem próximo da estação de trens o que é muito bom, pois não precisamos andar muito carregando nossas malas. São cerca de 2km até a La Cité de Carcassone, mas você faz esse trajeto tranquilamente, pois há muito o que ver pelo caminho.

O quarto que pegamos (nº36) ficava no 3º andar (havia elevador) e era bem espaçoso, com vista para a rua. Tinha uma cama de casal confortável e com bastantes cobertores (a noite estava fria). Tinha ar condicionado, mas não precisamos, é claro! Contava, ainda, com uma bancada com coisas para preparar chá.

O banheiro era bem legal. Eu gostei! Tinha um espaço com o vaso sanitário e outro separado com a banheira e a pia. O chuveiro aquecia bem e tinha boa pressão. Estava tudo muito limpo. Possuía secador de cabelos, além de sabonete em barra individual e shampoo.

O hotel possuía wi-fi que funcionou perfeitamente bem em nosso quarto. Encontramos também um adaptador já na tomada, o que foi ótimo!

A parte mais importante de tudo, no entanto, foi a boa vontade do pessoal do hotel de nos esperar, mesmo com mais de 2 horas de atraso do horário que havíamos previsto. Nota 1000. Nada a reclamar!

Quem tiver interesse aqui vai o site do Hotel de La Bastide. Troquei e-mails com o Richard e ele fez um preço melhor do que nos sites de busca para mim reservando pelo e-mail diretamente com o hotel.

P.S. Não estou encontrando as fotos que tirei do hotel, quando achar eu posto.

Pelas vielas da Cité de Carcassonne

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Acordamos cedo e fomos explorar Carcassone. Andamos meio que sem rumo e fomos nos encantando com o que encontrávamos no caminho.

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Mas quando avistamos a muralha, ai sim nos deslumbramos de vez. Que lugar lindo!

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Passamos mais de 4 horas andando pelas ruazinhas da Cité.

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Visitamos o Chateau de Contal e descobrimos um pouco mais sobre a história do local que começou com os romanos, sofreu várias alterações ao longo dos anos e acabou virando essa jóia rara que é hoje.

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Comemos um quiche Lorraine divino com salada para não dizerem que não somos lights e para fazermos a digestão tomamos uma cervejinha e comemos uma torta de chocolate que nunca vou me esquecer do sabor.

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Nos despedimos da cité, já cansados de tanto sobe e desce na muralha e fomos pegar nossas malas no hotel para podermos seguir viagem para Lourdes, nosso próximo destino e um dos motivos principais dessa viagem: pagar uma promessa!

Pegamos o trem em Carcassone para Toulouse Matabiau e tudo foi pontual. Ficamos aliviados depois de tudo que passamos ontem. Porém, ao chegarmos à Toulouse, às 20:12, tivemos uma supresa: o trem anterior para Lourdes estava com um atraso de 3 horas. E o nosso com atraso de pelo menos 1 hora. Perguntamos se não poderíamos seguir viagem nesse trem anterior e disseram que sim. Acabamos atrasando, então, apenas cerca de 20 minutos.

Hotel: Live & Dream Barcelona

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O hotel fica bem próximo à estação de metrô Place de Sants. É bem fácil chegar a qualquer lugar de Barcelona a partir daí. As ruas próximas ao hotel dão um certo medo, pois são um pouco desertas à noite, mas não tivemos qualquer problema.

Ao chegarmos fomos recepcionados e tivemos que fazer o pagamento imediatamente. Ficamos no Hotel por 4 noites. Estava tudo sempre limpo e arrumado. Não temos do que reclamar

O hotel possui elevador e depósito de bagagem. No quarto existem 2 camas colocadas juntas, que formam uma “cama de casal”, mas cuidado para não cair no meio. Mas, isso não foi um grande problema para nós.

Possui espelho e local para pendurar as roupas com cabides.

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O banheiro é ótimo e muito limpo. Tem chuveiro com box (não gostamos de banheira). Eles também oferecem sabonete líquido e shampoo.

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Foi uma boa experiência e certamente voltaríamos a nos hospedar no local.

A triste despedida de Barcelona

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Hoje o dia começou triste, pois tivemos que nos despedir de Barcelona, e terminou tenso, mas isso eu conto depois. Vamos às últimas impressões da cidade espanhola que mais gostamos até agora!

Pra começar bem o dia já tivemos que cortar a parte da Orla Marítima, pois o marido quis ir no estádio do Barça e eu não poderia deixar de atender seu pedido. Ele merece! Comprou até presente para a minha mãe (pra sogra também, antes que ela reclame!)… kkkkkkk

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É um mundo lá dentro. Tem vários restaurantes, uma big loja do Barça e até maquininhas que vendem uma medalhinha com a cara do Neymar. Pode isso, Arnaldo!?

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Tomamos nosso café por lá e depois fomos conhecer o Bairro Gótico, que é mais um dos incontáveis lugares imperdíveis da cidade.

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Almoçamos em um restaurante mais ou menos perto das Ramblas, o Don Fernando. A comida não era nenhuma maravilha, mas era boa. O creme catalão estava uma delícia!!! Nos deram no final um licor de maçã maravilhoso.

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Ao final da tarde fomos para o hotel pegar nossas malas e seguimos para a estação de trens de Sants, onde embarcamos às 18:35 pontualmente para Carcassone. Quando estávamos à cerca de 25’ de nosso destino o trem parou e só avisou que havia acontecido uma pane elétrica, e sem maiores explicações ficou parado por cerca de 1 hora e meia e demorou mais de meia hora para chegar à cidade. O trem de alta velocidade parecia mais aqueles trenzinhos de turista de tão devagar que andava. O pior de tudo foi que disseram que o trem chegaria à Carcassone em 3 minutos. Nós nos levantamos, pegamos as malas, e o trem ainda demorou quase meia hora.

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Parece que não é só no Rio de Janeiro que os trens falham e deixam as pessoas na mão. Pelo menos, a conversa no vagão era de que iriam reembolsar a todos o valor integral do bilhete. Vamos esperar as cenas dos próximos capítulos.

A recepção do hotel fechava às 20:00, o dono ficou de nos esperar, mas acabou nos esperando por mais de 3 horas. Ainda bem que ele abriu a porta para a gente. Não saberíamos o que iríamos fazer se não tivéssemos conseguido ficar nesse hotel. Farei um post sobre ele depois.

Não conseguimos nem sair para ver a Cité de Carcassone à noite, pois já estávamos exaustos e não tínhamos a senha de acesso.

Overdose de Gaudí

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Dizem que um professor de Gaudí disse uma vez que ou estava dando o diploma para um louco ou para um gênio. Particularmente, penso que era a segunda opção, e parece que os ilustres moradores de Barcelona de sua época concordavam comigo. A impressão que dá é que boa parte da cidade pertencia à ele, já que por todo lugar vemos obras suas. Ainda bem que foi assim, pois isso tornou Barcelona uma cidade ainda mais charmosa e única.

Hoje começamos pelo Park Guell. Saltamos do metrô em Vallcarca e começamos a imensa subida até o local. Vá preparado para caminhar muito.

Chegando lá fomos direto para a Tres Creus, que é o ponto mais alto do parque, de onde se pode ver a maior parte de Barcelona (infelizmente estava com muita neblina). São três crues no topo de um monte de pedra, chamado “calvari”.

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Eu estava tão empolgada para dar uma olhada na vista dali de cima que fui logo subindo os degraus de pedra. Quando vi estava num lugar sem corrimão e totalmente inseguro e alto. Gelei. Travei na escada, mas não dava mais para voltar atrás, pois tinham várias pessoas atrás de mim. Tive que superar o medo de altura mais uma vez.

Vale a dica para quem for com crianças. Não as deixe sozinhas pelo local é muito perigoso. Não tem qualquer proteção.

Continuamos a passear pela parte gratuita do parque. O lugar é belíssimo e ficamos de um lado para o outro tirando inúmeras fotos e quando fomos finalmente comprar o ingresso só havia para as 15:00. Ou seja, não aprendemos nada com o episódio de ontem e não compramos pela internet antecipadamente.

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Tivemos, então, que descer tudo para almoçarmos (depois descobrimos que praticamente em frente à uma das entradas do parque havia um restaurante) e depois subir tudo novamente. Mas valeu à pena. Não podíamos deixar Barcelona sem visitarmos o Parc Guell.

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Após a visita estávamos exaustos, mas precisávamos continuar viagem. Fomos andando até a La Pedrera. É incrível poder ver os projetos de Gaudí e entender um pouco mais sobre seu processo de criação. Inspira. Quem for visitar, não deixe de ouvir o áudio-guia. É muito interessante!

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A esta altura o cansaço era tanto que não tivemos coragem de visitar a Casa Batló por dentro e nos contentamos com sua fachada e com a da Casa Amatler, que fica bem ao lado. Aliás, adoro os chocolates Amatler, mas só achei nas lojinhas dos monumentos por absurdos 5 euros uma barra pequena.

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Continuamos o passeio até a Plaça Catalunya e fomos procurar um tênis mais confortável para usarmos nos próximos dias em uma Decathlon próxima.

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